Oi gente tudo bem? Estive ausente esses dias, mas foi por uma boa causa. Estou mudando!!! Afinal, ano novo vida nova, não é mesmo?
Fiquem tranquilos não estão indo embora do país e nem fazendo altas revoluções, no entanto essa mudança é altamente positiva e também irá impactar com você que me acompanha por aqui.
Está curioso? Então lá vai.....
A partir de agora, não irei mais publicar os meus posts neste espaço que veio utilizando a mais de 7 anos (nossa faz tempo hein?!)
Estarei em um blog novinho, formatado para melhor atender os meus leitores e espero você lá.
Para me acompanhar acesse http://darh.com.br/ e leia semanalmente as dicas de carreira, automotivação e empreendedorismo que irei compartilhar.
Obrigado pela parceria e nos vemos em: http://darh.com.br/
Abraços
Damaris Alfredo: Especialista em Gestão de Pessoas, atua como Coach, Palestrante Comportamental e Professora em MBA. É apaixonada por carreira desde os 10 anos quando precisou pensar em sua primeira transição. Ama ajudar as pessoas em seu desenvolvimento pessoal e utiliza a escrita como ferramenta neste processo. É Co autora do Livro VOCÊ VAI FICAR SENTADO AI? Da Editora Comunica. Escreve artigos de autodesenvolvimento com foco em carreira com publicações semanais.
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
PERSISTIR OU MORRER NA PRAIA?

Gente já estamos em novembro e menos
sessenta dias estaremos encerrando mais um ano. A frase que mais ouviremos de
agora em diante é: Nossa como ano passou! Agora, o que eu não posso deixar de perguntar é,
você conseguiu realizar tudo o que o sonhou para 2016? Pelo menos uma parte
conseguiu? Se não conseguiu, tudo bem, ainda dá tempo, mas vou ser sincera,
você vai precisar de uma dose extra de persistência, aliás, essa é competência
que eu quero abordar no artigo desta semana, mas para isso vou contar uma
história para você.
Quando eu era criança, tinha uma
vizinha, que havia se mudado há pouco tempo para perto de casa. Essa senhora
tinha deixado a metade dos parentes em Rinopólis (você já ouviu falar desta
cidade?) É uma cidade próxima a Osvaldo Cruz. Ela estava em Santa Bárbara
d’Oeste, mas o coração ainda estava em Rinopólis. Diariamente, ela me contava, com saudades,
como era cada detalhe da cidade natal. O ar, a terra, o verde, as pessoas, tudo
era tão mágico e diferente naquela cidade, que, é claro, me despertou o desejo
de conhecê-la. Aos doze anos de idade,
já tinha um grande sonho, enquanto muitos queriam conhecer a Disney, eu sonhava
em conhecer Rinopólis.Acontece que como toda boa história, sempre há os conflitos que nos impedem de cara de realizar aquilo que desejamos, no meu caso, era minha mãe, por ser um tanto preocupada e controladora, não deixaria, por nada, viajar sem a presença dela. Estava na cara de que eu precisava de um bom plano para realizar esse meu sonho.
Primeiro passo, utilizei minhas estratégias de argumentação, mas como vi que não iria dar em nada (até porque minha mãe sempre ganhava) decidi que estava na hora de mudar de estratégias. Passei então, a ser a melhor filha do mundo. Sim daquelas que fazem tudo sem reclamação, que se antecede a qualquer pedido, quem sabe assim, seria reconhecida com uma viagem para Rinopólis. Mas, mesmo essa estratégia não deu certo. O jeito era apelar para o superior imediato e o foi o que fiz.
Desde muita nova minha mãe me ensinou
a ter fé. Esse foi um dos principais ensinamentos dela, não somente com
palavras, mas também com ações. Era rotina acordarmos e ver a minha mãe logo
cedo lendo a bíblia e fazendo suas orações. O que eu pensei: Minha mãe me ensinou que tudo
o que eu pedires com fé crendo receberás e a Xuxa me ensinou que tudo o que eu
quiser o cara lá de cima vai me dar, então fechou! Pensei, é isso, vou apelar
para Deus.
Usando então essa estratégia, todos
os dias, antes de lavar as louças em entrava em um quarto e deixava a porta
entreaberta (para garantir que minha mãe observasse o que eu estava fazendo) e
então me ajoelhava e fazia minha oração, só levantava quando percebia que minha
mãe havia passado e me visto orando (eu era criança, lembra? Acreditava no
poder da oração, mas já sabia que tínhamos também que dar uma forcinha).
Uma semana depois, minha mãe veio me
perguntar por que estava orando tanto eu simplesmente respondi: Ah mãe sabe o
que é? Estou pedindo a Deus para amolecer o coração da senhora e deixar eu ir
para Rinopólis.Hoje eu sei que coloquei um grande dilema nas mãos de minha mãe. Na época não tinha essa consciência. Se ela dissesse não, poderia afetar a fé de uma criança. A minha atitude fez ela repensar sua decisão. Naquela mesma noite, ela me autorizou a viajar.
Não é incrível a persistência que a
criança tem quando se quer alguma coisa? Você também deve se lembrar de alguma
história de sua infância que você não se conformou em receber apenas não como
resposta. A criança quando ela quer algo, ela arruma meios para fazer
acontecer. Mas parece que, quando a gente cresce, se acomoda diante dos medos,
dos obstáculos, das dificuldades e perde, ou melhor, deixa de usar o talento de
persistir. A persistência é a capacidade de continuar com os esforços mesmo frente
aos mais desanimadores desafios ou obstáculos. Num mundo em que a grande
maioria desiste e morre na praia, aqueles que são persistentes alcançam o topo
e passam na frente de todos os outros que cederam no caminho. E aí como anda a sua persistência?
PENSE NISSO E RUMO AO SUCESSO!
Autora:
Damaris Alfredo: Especialista em Gestão de Pessoas, atua como Coach, Professora em MBA,
e Palestrante e facilitadora de Treinamentos comportamentais. Quer saber mais, envie um e-mail para damaris.alfredo@darh.com.br e agende uma sessão de coaching gratuita, presencial ou via Skype.
terça-feira, 1 de novembro de 2016
QUEM TEM UM NÃO TEM NENHUM
Era uma tarde de
janeiro, voltava cansada de mais um dia de trabalho. Em vão, tentava observar
as árvores verdes, os passarinhos voando próximo a um poste de luz, o
espetáculo colorido do pôr do sol que geralmente chama a minha atenção. Mas,
naquele dia sentia um nó na garganta, um aperto no peito que me sufocava
roubando os meus pensamentos. Aquela angustia me impedia de contemplar a
natureza.
Sabendo que alguma
coisa não estava bem, comecei a aplicar ali mesmo todo conhecimento que tenho
de psicanalise e Coaching. Queria saber o que estava me gerando aquele sentimento tão
negativo. Decidi avaliar área por área de minha vida: pessoal, familiar,
relacionamento, até que percebi que a origem daquela angustia estava
diretamente relacionada ao rompimento de um contrato de um cliente. Quando se tem um cenário econômico instável é
natural perder cliente, o que não era normal, era o sentimento que essa
situação havia me causado. Percebi então, que não era a primeira vez que me
sentia assim em situações semelhantes, o problema maior é que a saída do
cliente não afetou o faturamento da empresa. Então, porque estava eu tão
desesperada? Porque me sentia tão angustiada? O que estava atrás daquele
sentimento? Até que de repente um pensamento tomou de conta de mim: Quem tem dois tem um, quem tem um não tem
nenhum. Aha Achei! - exclamei sozinha no carro. É esse pensamento
que está por trás dessa angustia.
Essa era a frase que operava os
meus sentimentos. E de repente comecei a perceber que não pensava assim somente
no quesito profissional, que esse pensamento (que no meu entendimento me gerava
uma cobrança interna a não se limitar apenas a uma opção), era como um mantra
que me direcionava na vida. Cansei de comprar roupas e calçados além do
necessário (tudo bem sou mulher e as pessoas pensam que isso é natural), mas
era como se, para tudo na vida, precisasse de um estoque extra de segurança. Era assim com clientes, livros, amigos,
família, enfim, tudo precisava ter mais e mais, não havia um limite.
Você deve estar me achando louca
não é mesmo? Na verdade, esses pensamentos são o que a Programação
Neurolinguistica chama de crenças. Que são as verdades que nós conhecemos, ou
desconhecemos sobre nós mesmos e à medida que acreditamos em algo agimos de
acordo com esses princípios. As crenças são pensamentos poderosos que podem
potencializar ou limitar o nosso sucesso.
Gosto de pensar que as crenças são
como peças fundamentais em nossa vida. Em momentos específicos pegamos alguns
desses pensamentos e colocamos em nossa mala. E ao longo de nossa viagem
precisamos analisar se são fundamentais ou se estão apenas ocupando espaço. Assim
como fazemos em nosso guarda roupa, de vez enquanto é necessário fazer uma
sessão de desapego e se livrar de peças, que já não fazem mais sentido, estão
fora da moda ou não servem mais, continuar com alguns pensamentos só gerarão angustia,
conflito e fardo. Ter consciência de suas crenças é o primeiro passo para
qualquer mudança. Então, pergunto a você quais são as crenças que você tem
sobre si mesmo? Seus pensamentos têm gerado resultados ou limitado o seu
sucesso?
PENSE NISSO E RUMO AO SUCESSO!
Autora:
Damaris Alfredo: Especialista em Gestão de Pessoas, atua como Coach, Professora em MBA,
e Palestrante e facilitadora de Treinamentos comportamentais.
Quer saber mais, então acesse o
site www.darh.com.br e agende hoje mesmo uma sessão
gratuita de Coaching para saber mais sobre a gestão de carreira.segunda-feira, 10 de outubro de 2016
UMA REFLEXÃO SOBRE MEDO, SUCESSO E FRACASSO.
O Gabriel, meu sobrinho, com dois anos de
idade, tinha medo de tudo. Qualquer coisa o assustava. Se ouvia o trovão, via a lua, o sol o mar
enfim tudo que para ele naquela idade ainda era inexplicável dizia que tinha
medo. Eu, com a sabedoria que supostamente
já tinha alcançado ao longo dos meus dezoito anos, sempre o convencia de que
não precisava ter medo, pois tudo era criação Divina, até que um dia ele me
disse que tinha medo de Deus.
E não é para ter? Afinal, ele só tinha dois
anos de idade, tinha medo de tudo o que era maior e de tudo que ele ainda não
conhecia. Essa história apesar de
ingênua, tem tudo a ver, comigo, com você e com muitas pessoas que conhecemos,
não é mesmo?
Eu sou sincera em dizer que eu tenho medo. Há
várias situações em minha vida que me assustam, e as vezes até me
paralisam. Confesso que fico
impressionada com a minha capacidade de inventar histórias para não enfrentar
os meus medos. As vezes digo, ou quero
acreditar que não tenho potencial para alguma coisa, que não sou capaz de
fazer, que não nasci para isso ou para aquilo, só que no fundo são histórias
que conto a mim mesmo tentando me convencer de não agir. Sabe porquê? Enfrentar
os medos, faz a gente correr riscos, sair da zona de conforto, e isso assusta.
Dizer que temos que enfrentar os nossos
fantasmas é fácil, mas cada um, quando está em seu quarto escuro, sabe bem o
que o assombra. O medo é o sentimento que mais nos torna humano, não há quem,
nesta vida, que não tenha medo. Nós temos, medo de errar, de perder, de sair do
controle, de ser demitido, de ser rebaixado, de ser rejeitado, de ser
humilhado, de ser incompetente... São muitos os medos, que no fundo tem uma
única causa, o que mais tememos é o fracasso. E sabe porque tememos fracassar?
Porque infelizmente temos medo de decepcionar as pessoas que nos amam e assim,
preocupados, muitas vezes não ousamos, não arriscamos não corremos atrás de
nossos sonhos.
Às vezes para superar um medo o que temos a
fazer é a calar a voz (interna e externa) que nos impedem de seguir, é analisar
o que de fato é importante e principalmente não se preocupar com o fracasso.
Claro que ninguém planeja fracassar, no entanto o fracasso, assim como o
sucesso é uma somatória de resultados, as vezes abaixo do que esperávamos, mas
que no mínimo nos traz grandes lições e aprendizados que contribuirão para a
pessoa que você quer ser tornar-se. Já pensou sobre isso?
PENSE NISSO E
RUMO AO SUCESSO!
Autora:
Damaris Alfredo: Especialista em Gestão de Pessoas, atua como Coach, Professora em MBA,
Palestrante e facilitadora de
Treinamentos comportamentais. Quer saber mais, então acesse o site www.darh.com.br e agende hoje mesmo uma sessão gratuita de Coaching para saber mais sobre a gestão de carreira.
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
NÃO FUJA!
Certa vez, comprei um livro cujo título era Quanto pior a pessoa ao seu lado, melhor pra
você. Claro que, com esse nome, só poderia se tratar da arte de lidar com
pessoas difíceis. Naquela época, nem trabalhava, mas desde nova sempre gostei
desse tipo de literatura, só não sabia que a vida estava me preparando para os
desafios futuros.
Quando a gente fala de carreira, é natural se lembrar, ao longo da vida, de pessoas que, de certa forma, dificultaram o relacionamento. Estou certa de que você deve ter conhecido pessoas assim. Não é mesmo? Pessoas difíceis são aquelas egocêntricas, que dão sempre a última palavra e tudo tem que ser da forma como elas querem. Não conseguem ouvir, têm dificuldades para se expressar de forma clara e assertiva. Tudo precisa ser exatamente do jeito que elas desejam. Ao nos depararmos com pessoas assim, nossa primeira reação, muitas vezes, é querer fugir. Comigo não foi diferente. Ao longo da minha carreira, convivi com diversas pessoas difíceis, ou melhor, conheci, pois quando achava que não estava bom, procurava outra oportunidade e fugia daquele lobo mau.
Acontece que, com o passar do tempo, fui observando que pessoas difíceis existem em todos os lugares, inclusive em frente ao meu espelho. Vai me dizer que, em algum momento de sua vida, você também não quis que as coisas fossem do seu jeito? Que a última palavra fosse sua? Quem nunca teve um comportamento assim que atire a primeira pedra. Agimos desse modo por causa do nosso ego, essa palavra é tão pequena, mas tão poderosa, que até pode fechar uma empresa.
O ego é a consciência do ser humano, é ele que nos faz enxergar os pontos fortes, os talentos, as competências que cada indivíduo tem. Em equilíbrio, ele é saudável, pois enxergar as nossas potencialidades transmite autoconfiança, segurança e credibilidade. O problema é quando ele está em desequilíbrio e, nessa situação, meu amigo, ele poderá acabar com qualquer carreira.
Em excesso, o ego transmite a sensação de que somente a pessoa é capaz. Que só ela é boa, só ela é competente, só ela faz e acontece, mas a falta do ego também não é positiva. Uma pessoa que não enxerga o seu potencial, duvida de si mesmo e da sua própria capacidade, transmite insegurança. Imagine se você tivesse que promover alguém, se por um lado é difícil lidar com pessoas que se sentem estrelas, por outro lado é complicado confiar em quem não nos passa segurança, não é mesmo?
Agora, se a vida lhe proporcionar a oportunidade de ter chefes difíceis, eu só tenho algo a desejar: aproveite essa oportunidade! Claro que não estou falando de ambientes doentes, onde há abusos excessivos. Não é isso, mas se você tiver um líder que exige de você, que cobra organização, que é detalhista e sempre está insatisfeito com os resultados que você apresenta, que bom! Isso mesmo, que bom! São essas pessoas que, de certa forma, extrairão o melhor de você.
Quando a gente fala de carreira, é natural se lembrar, ao longo da vida, de pessoas que, de certa forma, dificultaram o relacionamento. Estou certa de que você deve ter conhecido pessoas assim. Não é mesmo? Pessoas difíceis são aquelas egocêntricas, que dão sempre a última palavra e tudo tem que ser da forma como elas querem. Não conseguem ouvir, têm dificuldades para se expressar de forma clara e assertiva. Tudo precisa ser exatamente do jeito que elas desejam. Ao nos depararmos com pessoas assim, nossa primeira reação, muitas vezes, é querer fugir. Comigo não foi diferente. Ao longo da minha carreira, convivi com diversas pessoas difíceis, ou melhor, conheci, pois quando achava que não estava bom, procurava outra oportunidade e fugia daquele lobo mau.
Acontece que, com o passar do tempo, fui observando que pessoas difíceis existem em todos os lugares, inclusive em frente ao meu espelho. Vai me dizer que, em algum momento de sua vida, você também não quis que as coisas fossem do seu jeito? Que a última palavra fosse sua? Quem nunca teve um comportamento assim que atire a primeira pedra. Agimos desse modo por causa do nosso ego, essa palavra é tão pequena, mas tão poderosa, que até pode fechar uma empresa.
O ego é a consciência do ser humano, é ele que nos faz enxergar os pontos fortes, os talentos, as competências que cada indivíduo tem. Em equilíbrio, ele é saudável, pois enxergar as nossas potencialidades transmite autoconfiança, segurança e credibilidade. O problema é quando ele está em desequilíbrio e, nessa situação, meu amigo, ele poderá acabar com qualquer carreira.
Em excesso, o ego transmite a sensação de que somente a pessoa é capaz. Que só ela é boa, só ela é competente, só ela faz e acontece, mas a falta do ego também não é positiva. Uma pessoa que não enxerga o seu potencial, duvida de si mesmo e da sua própria capacidade, transmite insegurança. Imagine se você tivesse que promover alguém, se por um lado é difícil lidar com pessoas que se sentem estrelas, por outro lado é complicado confiar em quem não nos passa segurança, não é mesmo?
Agora, se a vida lhe proporcionar a oportunidade de ter chefes difíceis, eu só tenho algo a desejar: aproveite essa oportunidade! Claro que não estou falando de ambientes doentes, onde há abusos excessivos. Não é isso, mas se você tiver um líder que exige de você, que cobra organização, que é detalhista e sempre está insatisfeito com os resultados que você apresenta, que bom! Isso mesmo, que bom! São essas pessoas que, de certa forma, extrairão o melhor de você.
PENSE
NISSO E RUMO AO SUCESSO!
Autora:
Damaris Alfredo: Especialista em Gestão de Pessoas, atua como Coach, Professora em MBA,
e Palestrante e facilitadora de Treinamentos comportamentais.
Quer saber mais, então acesse o
site www.darh.com.br e agende hoje mesmo uma sessão
gratuita de Coaching para saber mais sobre a gestão de carreira.QUE PALHAÇADA
Certa
vez estava conversando com o meu sobrinho Gabriel que na época tinha apenas seis
anos de idade e resolvi fazer a seguinte pergunta:
- Quando crescer, você vai ter um Camaro amarelo? - Perguntei me referindo ao carro favorito dele.
- Claro que não. – Respondeu tão decidido.
- Ué, mas por quê? Você gosta tanto desse carro.
- Gosto, só que é caro. Não terei dinheiro para comprar um.
Como Coach, meu intuito era cultivar bons pensamentos para que ele já crescesse pensando positivamente, por isso falei:
- Ah, mas isso não é problema, quando você crescer, vai estudar, ter um trabalho e receber dinheiro para comprar aquilo com o que sonhar.
- TRABALHO? – Falou enfatizando cada sílaba da palavra. – Não quero ter um trabalho.
- Como assim? – Por que você não quer trabalhar?
- Se trabalhar, terei um chefe e, se isso acontecer, ele vai me fazer de palhaço e não quero ser palhaço.
- Que história é essa? Chefe não faz ninguém de palhaço.
- Faz sim. Não quero ser palhaço.
Fiquei pasma e observando aquela criatura ainda tão pequena e tão decidida. Até que resolvi complementar:
- Você não precisa ter chefes.
- Não? Mas, pode trabalhar sem chefes?
- Sim. Você estuda e assim você será chefe.
- Ah é? É só isso?
- É, Gabriel, só isso. Você estuda, se dedica bastante e se torna chefe – falei acreditando que ele estivesse absorvendo tudo o que estava ouvindo.
- OBA! Vou ser chefe! Assim, eu vou fazer os outros de palhaço.
Não tive mais argumentos, até porque, em minha carreira profissional, já me senti vivendo no centro de um picadeiro. Havia dias em que minha vontade era pegar o meu nariz de palhaço e entrar na brincadeira; em outros, que deveria dar cambalhotas e arrumar soluções mirabolantes ou ainda equilibrar tantos assuntos, ao mesmo tempo, que me sentia uma malabarista.
Houve muitas situações, em minha carreira, que me deixaram desmotivada, apática, apagada, sem entusiasmo, que me colocaram em dúvida em relação ao meu talento e minha escolha profissional. Situações essas que, em alguns casos, foram causadas por chefes despreparados que davam ordens excessivas com elevado tom de voz, não assumiam os erros cometidos e tinham medo de tomar decisões. Outras, causadas por empresas que não forneciam recursos necessários para o trabalho, não promoviam um ambiente saudável e ainda estipulavam metas inatingíveis. É doloroso falar, mas é verdade, garanto que, na maioria dessas situações, a principal causadora fui eu mesma.
Acredito que isso acontecia por não saber o que de fato queria e mesmo assim exigir que os meus superiores fizessem o melhor para mim. Por não ter clareza de meus valores, querendo alinhá-los aos da empresa, por acreditar que estava pronta para desafios sem ter bagagem suficiente para isso. Por buscar reconhecimento sem ao menos saber em que gostaria de ser reconhecida, sem entender quem eu era, o que queria para o meu futuro, sem compreender que a responsabilidade para qualquer mudança e alcance do sucesso estava em minhas mãos.
Não é fácil reconhecer, mas cada um tem a sua responsabilidade no papel que está atuando. E enxergar os nossos pontos, é o primeiro passo para qualquer mudança. E você está feliz com o seu papel neste grande picadeiro que é a vida profissional? Se não, o que é que tem feito para mudar o roteiro de sua história?
PENSE NISSO E RUMO
AO SUCESSO!
Autora:
Damaris Alfredo: Especialista em Gestão de Pessoas, atua como Coach, Professora em MBA,
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- Quando crescer, você vai ter um Camaro amarelo? - Perguntei me referindo ao carro favorito dele.
- Claro que não. – Respondeu tão decidido.
- Ué, mas por quê? Você gosta tanto desse carro.
- Gosto, só que é caro. Não terei dinheiro para comprar um.
Como Coach, meu intuito era cultivar bons pensamentos para que ele já crescesse pensando positivamente, por isso falei:
- Ah, mas isso não é problema, quando você crescer, vai estudar, ter um trabalho e receber dinheiro para comprar aquilo com o que sonhar.
- TRABALHO? – Falou enfatizando cada sílaba da palavra. – Não quero ter um trabalho.
- Como assim? – Por que você não quer trabalhar?
- Se trabalhar, terei um chefe e, se isso acontecer, ele vai me fazer de palhaço e não quero ser palhaço.
- Que história é essa? Chefe não faz ninguém de palhaço.
- Faz sim. Não quero ser palhaço.
Fiquei pasma e observando aquela criatura ainda tão pequena e tão decidida. Até que resolvi complementar:
- Você não precisa ter chefes.
- Não? Mas, pode trabalhar sem chefes?
- Sim. Você estuda e assim você será chefe.
- Ah é? É só isso?
- É, Gabriel, só isso. Você estuda, se dedica bastante e se torna chefe – falei acreditando que ele estivesse absorvendo tudo o que estava ouvindo.
- OBA! Vou ser chefe! Assim, eu vou fazer os outros de palhaço.
Não tive mais argumentos, até porque, em minha carreira profissional, já me senti vivendo no centro de um picadeiro. Havia dias em que minha vontade era pegar o meu nariz de palhaço e entrar na brincadeira; em outros, que deveria dar cambalhotas e arrumar soluções mirabolantes ou ainda equilibrar tantos assuntos, ao mesmo tempo, que me sentia uma malabarista.
Houve muitas situações, em minha carreira, que me deixaram desmotivada, apática, apagada, sem entusiasmo, que me colocaram em dúvida em relação ao meu talento e minha escolha profissional. Situações essas que, em alguns casos, foram causadas por chefes despreparados que davam ordens excessivas com elevado tom de voz, não assumiam os erros cometidos e tinham medo de tomar decisões. Outras, causadas por empresas que não forneciam recursos necessários para o trabalho, não promoviam um ambiente saudável e ainda estipulavam metas inatingíveis. É doloroso falar, mas é verdade, garanto que, na maioria dessas situações, a principal causadora fui eu mesma.
Acredito que isso acontecia por não saber o que de fato queria e mesmo assim exigir que os meus superiores fizessem o melhor para mim. Por não ter clareza de meus valores, querendo alinhá-los aos da empresa, por acreditar que estava pronta para desafios sem ter bagagem suficiente para isso. Por buscar reconhecimento sem ao menos saber em que gostaria de ser reconhecida, sem entender quem eu era, o que queria para o meu futuro, sem compreender que a responsabilidade para qualquer mudança e alcance do sucesso estava em minhas mãos.
Não é fácil reconhecer, mas cada um tem a sua responsabilidade no papel que está atuando. E enxergar os nossos pontos, é o primeiro passo para qualquer mudança. E você está feliz com o seu papel neste grande picadeiro que é a vida profissional? Se não, o que é que tem feito para mudar o roteiro de sua história?
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quinta-feira, 29 de setembro de 2016
NÃO SEI SE CASO, OU COMPRO UMA BICICLETA
Você já se viu naquele dilema, não sei caso ou se compro
uma bicicleta?
Aqueles momentos da vida, em que realmente você para em uma
bifurcação e não sabe qual caminho seguir, já passou por isso?Saiba que muitas pessoas neste momento estão sofrendo desse mal. E boa parte desses conflitos são gerados pela dúvida do que fazer com a vida profissional, isso porque hoje nós temos muito acesso a informação, convenhamos, sabemos até demais.
A mídia cobra, a sociedade cobra. As redes sociais fazem você acreditar que todo mundo está bem, resolvido e sem conflitos e como assim, você já tem 30 anos e ainda não tem uma carreira de sucesso, um carro zero e um apartamento na praia?
Há milhares de pessoas com a sua idade que já estão bem-sucedidos. Ao menos é isso que boa parte das revistas querem fazer você acreditar. E realmente há pessoas sucedidas, mas elas não são a regra, sim a exceção. Acontece que quanto mais você acredita nisso, pior fica. Saber que existe um padrão de sucesso e que o indivíduo está longe de alcançar gera uma angustia tremenda, e na boa, ninguém cria, ou produz nada angustiado. E é no meio dessa angustia que as pessoas acreditam que não sabem o que querem.
Na verdade, as pessoas sabem o que querem, o que muitas vezes falta é coragem de assumir isso para si próprio, até porque às vezes o que querem é tão fora do perfil do que a sociedade (e entenda aqui seus pais, amigos, parentes) esperam de você que com o medo de frustrar ou decepcionar os outros preferem não agir.
O melhor para lidar com todo esse conflito é seguir o conselho do Steve Jobs: Ouça a voz do seu coração. Ele já sabe o que realmente você quer e na sequência trace um plano para atingir seus objetivos, minimizando sempre a voz externa e definindo estratégias para alcançar o que você deseja. Tenha claro o que é sucesso para você e trabalhe pesado para alcançar o que deseja, saiba que na vida não há milagres que tudo o que conquistamos é fruto de muito suor, força de vontade, foco e persistência.
PENSE NISSO E
RUMO AO SUCESSO!
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quinta-feira, 22 de setembro de 2016
XI DEU PAU, ESSE SAIU COM DEFEITO.
Uma pergunta que sempre me incomodou
em processo seletivo é qual é o seu defeito? Quem responde fica sempre em saia
justa, porque vamos ser sincero, ninguém terá coragem o suficiente para dizer:
Eu sou grosso, arrogante, egoísta, odeio que mexem em minhas coisas e quando me
sinto ameaçado sou extremamente agressivo.
A não ser que você não queira o emprego, não é mesmo? O que resta? Responder
a frase padrão:
- Ah, sabe o que é? Sou extremamente ansioso e perfeccionista – E claro que o candidato já diz com aquele sorriso amarelo que está escrito na testa dele: NÃO É VERDADE.
Bem, se essas respostas não resolvem a vida de ninguém o que seria adequado então responder?
Para começar, não consigo imaginar que temos defeitos. Esse conceito está totalmente ligado a qualidade e produção, de verdade, não consigo ver Deus em sua infinita bondade nos criando, como se tivéssemos todos enfileirados e de repente se distrai e diz:
-Xi, deu pau, esse também saiu com defeito.
Não, definitivamente isso não ocorre. Acredito que fomos criados com oportunidades de melhorias. Que nascemos para evoluir, para sermos cada dia melhores. Nesse sentido a pergunta não é qual é o seu defeito? E sim o que você tem feito para mudar ou melhorar o que você não gosta? Não dá para tratar comportamentos indesejáveis como bichinhos de estimação e ter apegos a eles. Se você é ansioso o que é que tem feito para mudar isso?
O primeiro passo é reconhecer que não somos perfeitos, que todo mundo tem pontos que não agrada e que precisa mudar, e o segundo é agir para que essas mudanças de fato aconteçam. Não se acomode! Não aceite que você é assim e pronto. Há sempre uma melhor versão de você mesmo. Portanto, se incomode e busque melhorar, como? Leia livros, artigos, faça análise, faça Coaching, peça feedbacks, participe de cursos e palestras. Enfim, tenha sede de ser melhor. E na próxima vez que alguém perguntar qual é o seu defeito pense em responder também quais são as ações que você está tomando para mudar tudo isso.
- Ah, sabe o que é? Sou extremamente ansioso e perfeccionista – E claro que o candidato já diz com aquele sorriso amarelo que está escrito na testa dele: NÃO É VERDADE.
Bem, se essas respostas não resolvem a vida de ninguém o que seria adequado então responder?
Para começar, não consigo imaginar que temos defeitos. Esse conceito está totalmente ligado a qualidade e produção, de verdade, não consigo ver Deus em sua infinita bondade nos criando, como se tivéssemos todos enfileirados e de repente se distrai e diz:
-Xi, deu pau, esse também saiu com defeito.
Não, definitivamente isso não ocorre. Acredito que fomos criados com oportunidades de melhorias. Que nascemos para evoluir, para sermos cada dia melhores. Nesse sentido a pergunta não é qual é o seu defeito? E sim o que você tem feito para mudar ou melhorar o que você não gosta? Não dá para tratar comportamentos indesejáveis como bichinhos de estimação e ter apegos a eles. Se você é ansioso o que é que tem feito para mudar isso?
O primeiro passo é reconhecer que não somos perfeitos, que todo mundo tem pontos que não agrada e que precisa mudar, e o segundo é agir para que essas mudanças de fato aconteçam. Não se acomode! Não aceite que você é assim e pronto. Há sempre uma melhor versão de você mesmo. Portanto, se incomode e busque melhorar, como? Leia livros, artigos, faça análise, faça Coaching, peça feedbacks, participe de cursos e palestras. Enfim, tenha sede de ser melhor. E na próxima vez que alguém perguntar qual é o seu defeito pense em responder também quais são as ações que você está tomando para mudar tudo isso.
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Autora: Damaris Alfredo: Especialista em Gestão de Pessoas, atua como Coach, Professora em MBA,
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mais sobre a gestão de carreira.
quinta-feira, 15 de setembro de 2016
FORA DO PERFIL
Seja sincero comigo, alguma vez em sua
vida você já sofreu preconceito? Já foi discriminado em algum aspecto? Ou por
ser muito novo, ou talvez muito velho, ou por ser homem, ou mulher, ou por ser
magro, ou muito gordo, enfim já sofreu algum preconceito?
Eu já sofri e muitos, aliás sofro preconceitos diariamente. Hora porque sou mulher, ou porque represento ter pouco idade e julgam que eu não tenho experiência para falar sobre o assunto, hora por conta da minha voz ou até do meu sotaque. Mas, de todos preconceitos que já passei o mais engraçado sem dúvida, foi a sinceridade da minha aluna Natalia quando ela ouviu eu comentar que eu corria. Imagine a cena: Estava comentando com os meus alunos sobre a importância da atividade física e do prazer que eu tinha enquanto corria. E a Natalia que ouvia tudo atentamente, me olhou de cima até embaixo e fez a seguinte pergunta:
- Você corre? – E, antes mesmo que eu pudesse responder, ela prosseguiu. – Mas você não tem perfil de corredora.
Dá para imaginar o silencio total da sala? Eu parei, levantei a sobrancelha (cara que faço quando estou assustada), dei um passo para trás e pensei: Oi, ela está me chamando de gorda? É isso mesmo? E antes mesmo que pudesse pensar em alguma boa resposta comecei a rir, porque a Natalia teve a coragem de expor o que eu já havia visto em muitos olhares. Realmente não tenho perfil de corredora. Não sou magra, não sou queniana, no entanto assim como eu, muitas pessoas não têm perfil e correm.
Não é incrível como o ser humano está sempre buscando um perfil, ou padrão?
Entendo que a busca por padrões, serve para a sociedade determinar o que é normal e de certa forma de nos aproximarmos daquilo que achamos que seja o certo. Se estiver dentro do que achamos correto, é normal, se estiver fora, é estranho. Em com isso, o que é “normal” é aceitável e, muitas vezes, passa por cima do julgamento consciente individual, ou seja, não paramos mais para pensar sobre a questão.
Eu sempre me questiono, o que é normal hoje em dia? Estar infeliz em um relacionamento, em um emprego ou empreendimento só por status? Aceitar promoções em cargos que não têm a ver com o nosso talento, só porque é necessário crescer na carreira? Beber, no final de semana, para esquecer o “estresse do dia a dia”, como se a vida estressada fosse normal?
Tudo isso me parece bem aceitável, nos dias atuais, no entanto nem tudo que é considerado normal é correto ou mesmo o melhor para um indivíduo. Até porque ser normal é ser comum, e ser comum é estar na média da maioria das pessoas. E quando estamos na média, somos literalmente mais um. Definitivamente eu não gosto de padrões, não acredito que exista apenas um caminho, ou uma única formula que leve aos resultados. Acredito, sim, que há muitas fórmulas para o sucesso e o segredo é respeitar a individualidade, as particularidades e a história de cada um, estando a pessoa dentro ou fora do perfil.
Quer saber mais, então acesse o site www.darh.com.br e agende hoje mesmo uma sessão gratuita de Coaching para saber
mais sobre a gestão de carreira.
Eu já sofri e muitos, aliás sofro preconceitos diariamente. Hora porque sou mulher, ou porque represento ter pouco idade e julgam que eu não tenho experiência para falar sobre o assunto, hora por conta da minha voz ou até do meu sotaque. Mas, de todos preconceitos que já passei o mais engraçado sem dúvida, foi a sinceridade da minha aluna Natalia quando ela ouviu eu comentar que eu corria. Imagine a cena: Estava comentando com os meus alunos sobre a importância da atividade física e do prazer que eu tinha enquanto corria. E a Natalia que ouvia tudo atentamente, me olhou de cima até embaixo e fez a seguinte pergunta:
- Você corre? – E, antes mesmo que eu pudesse responder, ela prosseguiu. – Mas você não tem perfil de corredora.
Dá para imaginar o silencio total da sala? Eu parei, levantei a sobrancelha (cara que faço quando estou assustada), dei um passo para trás e pensei: Oi, ela está me chamando de gorda? É isso mesmo? E antes mesmo que pudesse pensar em alguma boa resposta comecei a rir, porque a Natalia teve a coragem de expor o que eu já havia visto em muitos olhares. Realmente não tenho perfil de corredora. Não sou magra, não sou queniana, no entanto assim como eu, muitas pessoas não têm perfil e correm.
Não é incrível como o ser humano está sempre buscando um perfil, ou padrão?
Entendo que a busca por padrões, serve para a sociedade determinar o que é normal e de certa forma de nos aproximarmos daquilo que achamos que seja o certo. Se estiver dentro do que achamos correto, é normal, se estiver fora, é estranho. Em com isso, o que é “normal” é aceitável e, muitas vezes, passa por cima do julgamento consciente individual, ou seja, não paramos mais para pensar sobre a questão.
Eu sempre me questiono, o que é normal hoje em dia? Estar infeliz em um relacionamento, em um emprego ou empreendimento só por status? Aceitar promoções em cargos que não têm a ver com o nosso talento, só porque é necessário crescer na carreira? Beber, no final de semana, para esquecer o “estresse do dia a dia”, como se a vida estressada fosse normal?
Tudo isso me parece bem aceitável, nos dias atuais, no entanto nem tudo que é considerado normal é correto ou mesmo o melhor para um indivíduo. Até porque ser normal é ser comum, e ser comum é estar na média da maioria das pessoas. E quando estamos na média, somos literalmente mais um. Definitivamente eu não gosto de padrões, não acredito que exista apenas um caminho, ou uma única formula que leve aos resultados. Acredito, sim, que há muitas fórmulas para o sucesso e o segredo é respeitar a individualidade, as particularidades e a história de cada um, estando a pessoa dentro ou fora do perfil.
PENSE NISSO E
RUMO AO SUCESSO!
Autora: Damaris Alfredo: Especialista em Gestão de Pessoas, atua como Coach, Professora em MBA,
e Palestrante e facilitadora de Treinamentos comportamentais. quinta-feira, 8 de setembro de 2016
PREPARE-SE PARA O QUE VOCÊ QUER
Uma das coisas que mais gostava em
minha infância era os almoços de domingo, talvez porque neste dia todo mundo
sentava à mesa e não tínhamos pressa. Me
lembro com saudade daquelas horas agradáveis. Mas, o almoço não começava no
domingo. Minha mãe, tinha um ritual, ela iniciava toda a sua preparação ainda
no sábado, pois definia o cardápio, verificava se havia os ingredientes, ia ao
mercado e muitas vezes já deixava alguns pratos preparados para o dia seguinte.
No domingo, ela era a primeira a levantar e continuava com suas obrigações. Quando
levantávamos o cheiro de frango assado (hummmm) havia tomado conta do ambiente
e a nós cabíamos sentar à mesa e desfrutar do melhor almoço da semana. Com você
também era assim? Se sim, você também deve ter saudades, não é mesmo?
A vida moderna fez com que mudássemos
alguns hábitos e a preparação do almoço de domingo que muitas vezes durava mais
de 48 horas hoje não dura nem 30 minutos isso depende da fila do restaurante
que você almoça nos domingos.
Acontece que todas essas mudanças não afetaram
apenas a nossa vida social, mas com o tempo fomos perdendo uma competência
fundamental para o sucesso: A preparação.
Hoje, a impressão que tenho é que as pessoas não têm paciência para esperar o
que se deseja (e nisso, muitas vezes me incluo). É como se ao definir o que
quer, precisa ser realizado com urgência, e quando não acontece do jeito, na
hora e da forma como desejamos, começamos a sofrer com angustias ou ansiedades,
deixando que o momento da preparação se torne em um momento de espera e
sofrimento criando um verdadeiro martírio.
A preparação faz parte de qualquer
processo. Ou seja, para qualquer objetivo que você tenha na vida é necessário
antes se preparar. Não é possível pular de fases. A sua definição significa trazer a frente, fazer
aparecer, sendo assim a preparação nos ajuda a
ficar pronto para aquilo que se deseja.
Na carreira profissional se
preparar é ter claro o que você precisa para alcançar os seus objetivos. É
investir em estudo, qualificação, experiência, networking, ações essas que
levam tempo, mas que produzem resultados. E você como anda se preparando para aquilo que
deseja? Está utilizando esse tempo ao seu favor ou sofrendo com a demora?
Autora: Damaris Alfredo: Especialista em Gestão de Pessoas, atua como Coach, Professora em MBA,
e Palestrante e facilitadora de Treinamentos comportamentais.
Quer saber mais, então acesse o site www.darh.com.br e agende hoje mesmo uma sessão gratuita de Coaching para saber
mais sobre a gestão de carreira.terça-feira, 6 de setembro de 2016
INDEPENDENCIA OU....
Já que o feriado é da
independência do Brasil que tal refletirmos um pouco sobre autonomia,
competência essa que leva muitas pessoas em nosso país em busca do
empreendedorismo.
Comigo não foi diferente,
ao menos esse foi um dos grandes motivos
que me levou a empreender. Mais de 10 anos trabalhando em empresa, era com
frequência que dizia, o dia que tiver um
meu negócio, ah lá tudo será diferente, e foi, só que eu não contava que
com a autonomia a gente ganha poder, escolha e decisão e muitas vezes não
sabemos o que fazer, pois a cada escolha há
consequências e responsabilidades positivas ou negativas de acordo com
nossas escolhas. O que maioria dos seres humanos temem é errar. Não é a toa,
que muitas vezes travamos com a autonomia. Não porque não sabemos usar, mas
porque temos medo da consequência de nossas escolhas.
Qual caminho escolher?
Qual decisão tomar? O que fazer com a tal liberdade?
Se você já se sentiu
assim, sabe bem o que estou falando. É com frequência que ouvimos donos de
negócios queixar da tal solidão empreendedora. Há soluções simples que poderão
te ajudar a minimizar esse conflito diante das escolhas.
Um dos passos é conhecer bem seus valores (Mas, por
favor nada daqueles dizeres complicados que as empresas colocam nas paredes das
organizações e que nem de longe reflete a sua realidade). Conheça o que
realmente é importante pra você, pra isso responda a si mesmo: O que realmente
eu espero ou desejo de uma pessoa quando essa se relaciona comigo? Pense também
nas coisas que são importantes pra você e o que elas lhe proporcionam. Responder
essas questões já darão um caminho a você do que realmente importa nas suas
relações e em sua vida. Assim, todas as vezes que estiver em dúvida do que
fazer com a decisão, verifique aquela que está de acordo com seus valores. Os
valores norteiam a nossa vida, nos dão base traz conforto quando são
respeitados, por isso, siga sua intuição, respeite seus valores e tome
decisões. Não deixe que o medo de errar afaste você do seu sonho em ter
autonomia. Você faz parte de um grupo seleto de pessoas, use o seu poder de
decidir a seu favor.
PENSE NISSO E
RUMO AO SUCESSO!
Autora: Damaris Alfredo: Especialista em Gestão de Pessoas, atua como Coach, Professora em MBA,
Palestrante e facilitadora de Treinamentos comportamentais desenvolve temas de
liderança, criatividade, motivação e empreendedorismo feminino.
Quer saber mais, então acesse o site www.darh.com.br e
participe de nossas palestras gratuitas Mulheres que Fazem Acontecer.
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
VOCÊ É MELHOR QUE TODAS AS SUAS DESCULPAS
Há alguns
meses atrás tracei um compromisso de postar toda quinta feira um artigo
diferente que pudesse de alguma forma, ajudar as pessoas refletirem sobre a vida,
suas escolhas e atitudes. Geralmente na segunda feira, já me programo o que
desejo escrever e vou construindo ao longo da semana o que vou postar. Pois bem,
essa semana, priorizei outros assuntos e quando percebi era quinta feira e não
tinha ainda elaborado o meu artigo. E o
pior não fazia a menor ideia do que iria escrever.
Mas, ao mesmo tempo que ouvia todos esses questionamentos (você deve estar me achando louca, mas eu juro, tem hora que há uma legião de pessoas em minha cabeça me questionando sobre o que faço ou deixo de fazer), ouvi uma frase gritante que dizia assim:
VOCÊ É MELHOR QUE TODAS AS SUAS DESCULPAS.
Em algum
momento de sua vida, você também já deve ter contado alguma historinha para
você justificando o que fez ou deixou de fazer, não é mesmo? Nós, somos bons
contadores de histórias e não só isso, somos tão convincentes que acreditamos
piamente em todas as justificativas que damos. Contamos histórias que não temos tempo em realizar algum sonho, ou que não temos idade, disposição, corpo, peso, para alcançar objetivos. Contamos que é tarde para recomeçar uma carreira, um negócio, um relacionamento. Quantas histórias contamos e acreditamos a nosso próprio respeito? Histórias essas que muitas vezes nos colocam medo, criam fantasmas e barram o nosso potencial.
Na vida, as nossas atitudes determinam a nossa altitude e nossas histórias determinam a realização de nossos objetivos. Qual é o roteiro que você anda escrevendo a si mesmo?
Pense
nisso e Rumo ao Sucesso!
terça-feira, 30 de agosto de 2016
E QUANDO TUDO PARECE DIFICIL....
Em abril desse ano, participei de minha
primeira maratona. Nunca pensei em minha vida que correria em um único dia 42
km e 195 metros faço questão de
registrar os 195 metros, que parecem não ser nada, mas quando você já correu 42
km essa pequena distância parecem não ter fim. Já comentei em outros artigos
que aprendo muito correndo, e nessa prova não foi diferente, aliás seis horas
correndo (tempo que eu levei para completar a prova) dá pra escrever até um
livro. É um turno de trabalho, um workshop, enfim é muito tempo para refletir
na vida, e no artigo dessa semana eu quero fazer uma analogia dessa prova com o
empreendedorismo.
Qualquer prova de corrida de rua, os primeiros Kms são sempre emocionantes, você se sente feliz por fazer parte daquele grupo de pessoas. Há sempre pessoas gritando, dizendo frase de efeitos, é uma verdadeira festa que reforça o motivo da sua escolha. No empreendedorismo não é diferente. Quando você empreende, há pessoas torcendo pelo seu sucesso, acreditando em seu potencial e toda essa energia gostosa gera motivação e faz você acreditar na sua capacidade de ir mais longe, acontece que nem tudo o que a gente acredita, pensa ou deseja acontecem da forma como esperamos e muitas vezes começamos a ter resultados que não gostamos, por mais que estejamos motivados.
Na corrida, é quando nos sentimos cansados, pelas minhas estatísticas esse cansaço acontece mais ou menos nos 60 à 70% da prova. Nessa prova da maratona foi no Km 32, e você pode pensar, ah mas você já tinha corrido muito é natural. Isso acontece comigo nas provas de 5, 10, 15 ou 21 km. Não importa a distância, chega uma hora que bate um cansaço, por mais que você goste do que está fazendo. Na corrida é por estarmos ainda longe do objetivo que no caso é concluir a prova, e no empreendimento é por não estar tendo os objetivos que se espera.
Desespero, falta de resultados, a primeira opção que passa em nossas cabeças é desistir, e o pior de tudo que é aqui que começamos a buscar culpados para colocar a responsabilidade pelo fracasso, na corrida é o sol, a temperatura, caibras, e no empreendimento o governo, crise, clientes ou até mesmo acreditar que não temos "tino" empreendedor, se isso vem acontecendo com você, tenho algo a dizer! Desistir não é uma opção.
Assim como na corrida, diminua o ritmo, e avalie o seus resultados. Você pode até se desesperar, isso é humano, mas depois de tudo isso, respire e tenha certeza que encontrará outras soluções. Pode ser que seja necessário mudar as estratégias, o publico alvo, a politica de preço, a forma de prospectar clientes, o ramo de atividade, forma de pagamento, enfim, mudar algo que não está dando o resultado que você deseja, mas não desista. Os obstáculos no caminho servem para ser superados, e a medida que encontramos soluções criativas para lidar com eles, nos tornamos cada vez mais forte para os próximos desafios que virão. Siga em frente sua vitória está a poucos metros de você.
PENSE NISSO E RUMO
AO SUCESSO!
Qualquer prova de corrida de rua, os primeiros Kms são sempre emocionantes, você se sente feliz por fazer parte daquele grupo de pessoas. Há sempre pessoas gritando, dizendo frase de efeitos, é uma verdadeira festa que reforça o motivo da sua escolha. No empreendedorismo não é diferente. Quando você empreende, há pessoas torcendo pelo seu sucesso, acreditando em seu potencial e toda essa energia gostosa gera motivação e faz você acreditar na sua capacidade de ir mais longe, acontece que nem tudo o que a gente acredita, pensa ou deseja acontecem da forma como esperamos e muitas vezes começamos a ter resultados que não gostamos, por mais que estejamos motivados.
Na corrida, é quando nos sentimos cansados, pelas minhas estatísticas esse cansaço acontece mais ou menos nos 60 à 70% da prova. Nessa prova da maratona foi no Km 32, e você pode pensar, ah mas você já tinha corrido muito é natural. Isso acontece comigo nas provas de 5, 10, 15 ou 21 km. Não importa a distância, chega uma hora que bate um cansaço, por mais que você goste do que está fazendo. Na corrida é por estarmos ainda longe do objetivo que no caso é concluir a prova, e no empreendimento é por não estar tendo os objetivos que se espera.
E quando tudo fica difícil? O que é que
você faz?
Desespero, falta de resultados, a primeira opção que passa em nossas cabeças é desistir, e o pior de tudo que é aqui que começamos a buscar culpados para colocar a responsabilidade pelo fracasso, na corrida é o sol, a temperatura, caibras, e no empreendimento o governo, crise, clientes ou até mesmo acreditar que não temos "tino" empreendedor, se isso vem acontecendo com você, tenho algo a dizer! Desistir não é uma opção.
Assim como na corrida, diminua o ritmo, e avalie o seus resultados. Você pode até se desesperar, isso é humano, mas depois de tudo isso, respire e tenha certeza que encontrará outras soluções. Pode ser que seja necessário mudar as estratégias, o publico alvo, a politica de preço, a forma de prospectar clientes, o ramo de atividade, forma de pagamento, enfim, mudar algo que não está dando o resultado que você deseja, mas não desista. Os obstáculos no caminho servem para ser superados, e a medida que encontramos soluções criativas para lidar com eles, nos tornamos cada vez mais forte para os próximos desafios que virão. Siga em frente sua vitória está a poucos metros de você.
Autora: Damaris Alfredo:
Especialista em Gestão de Pessoas, atua como Coach, Professora em MBA, Palestrante
e facilitadora de Treinamentos comportamentais desenvolve temas de liderança,
criatividade, motivação e empreendedorismo feminino.
Quer saber mais, então
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